476 20/1/2015

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Darksiders 2

A História

Na segunda sequencia de Darksiders da Vigil Games, o gamer se torna outro Cavaleiro do Apocalipso: Death (A Morte). Esse jogo de ação em terceira pessoa com elementos de RPG e Quebra Cabeça traz o Cavaleiro tentando novamente provar a inocência de seu companheiro War, protagonista do primeiro Darksiders Wrath of War.

Nessa sequencia, a história acontece paralelamente à história do primeiro game. É revelado que os quatro cavaleiros do apocalipse são na verdade os últimos de uma raça chamada Nephilim, a cruza dos anjos e dos demônios.

Death e seus irmãos, cansados da conquista através das eras, ganharam poderes inimaginados do conselho em troca de assassinar toda a sua espécie. Por colecionar as almas de seus irmãos assassinados, Death foi apelidado de kinslayer.

Agora, determinado a provar que seu irmão War é inocente, percorre universos paralelos através da árvore da vida (clara referencia à cultura nórdica) para encontrar provas e restaurar a humanidade.

Gráficos & Som

Darksiders II, como seu precedente, não traz nenhuma inovação gráfica revolucionária. É apenas (e um apenas com ressalvas) um belo uso das tecnologias já vistas em outros games. A saga se destaca na verdade pela belíssima e original direção de arte que foi criada para esse universo. Tudo é crível, uno e harmônico. Os recursos de iluminação e pós processamento são utilizados de forma sutil para tornar os cenários belíssimos (ou horripilantes) locais.

O som também não fica por menos. Torna a experiência imersiva e os combates empolgantes (mesmo que isso não seja exatamente legal quando se está enfrentando um gigante que na tela só cabe a perna).

Gameplay

Fruto da mesma engine (HAVOK), tendo sido mudado apenas de fato a história, Darksiders II tem da parte da equipe da GUEIME uma única observação. Como no precedente, a câmera as vezes se torna um pouco desconfortável, mas não chega a atrapalhar.

Novamente, os combos são instintivos e fazem muito volume. E bonito e fácil de fazer aquele COMBO brutal, mas infelizmente nessa segunda edição, a pancadaria não é tão franca como no Darksiders Wrath of Death. Mesmo assim continua a curva de aprendizado de antes: o jogador e levado a aprender com uso constante através dos puzzles e através do cenário que cada recurso (arma principal, secundária, arpão e pistola) pode ser incorporado nos combos tornando os cada vez mais longos e brutais.

Pode-se dizer que no fim do jogo, Death e quase uma extensão do jogador. Se move, bate e pula como o gamer quiser. Em resumo, uma ótima jogabilidade apesar de algumas ressalvas.

Veredito

Para essa sequencia vale o que foi dito da primeira edição. Decididamente um bom jogo.

Numa amosfera envolvente com uma história de enredo bem desenvolvido, Darksiders II faz jus a seu antecessor fazendo com o que o jogador queira cada vez mais prosseguir através dos quebra cabeças, chefes e lutas de cada cenário. Pode se dizer também, e sem medo de ser repetitivo, que Darksiders II não perde em nada para sua saga concorrente God of War.

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7.7

Numa amosfera envolvente com uma história de enredo bem desenvolvido, Darksiders II faz jus a seu antecessor fazendo com o que o jogador queira cada vez mais prosseguir através dos quebra cabeças, chefes e lutas de cada cenário.