1238 20/1/2015

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Assassin's Creed Unity... Retorno às origens?

Todos vimos os belíssimos efeitos de luzes, tecidos, texturas e reflexos das demos mostradas durante a E3 2014 de Assassin's Creed Unity. Todos babamos na quantidade absurda de npcs vagueando pela Paris do século passado, durante a revolução francesa, mas o que podemos esperar de Unity, fora os gráficos next-gen e atualização de pequenas mecânicas?

QUÊ? SEM BARQUINHOS?

Depois do fiasco que foi a história de Connor pelo norte da América, Kenway trouxe a série de volta aos eixos com o parkour pela natureza atualizado e funcionando muito bem, e o melhor: a real sensação de tomar o controle de uma embarcação pirata.

Assassin's Creed aderiu no quarto game (do cânone aberto) ao modelo GTA de fazer você deixar a história de lado e libertar o caos pelo mundo do jogo. Ou vai dizer que não esqueceu diversas vezes qual era a real missão enquanto afundava embarcações inglesas, espanholas e etc?

DE VOLTA A EUROPA?

Assassin's Creed 2, Brotherhood e Revelations, todos se passaram na Europa e tiveram poucas alterações em mecânicas, por isso o terceiro game foi tão revolucionário para a franquia. Tirou as construções belíssimas, detalhadas, e nos colocou para correr e perseguir inimigos no meio das árvores e neve.

E isso deu um sopro de vida na série, mesmo que o jogo não fosse aquele primor todo.

Agora, estamos de volta a Europa, em um período bastante semelhante, só que com gráficos atualizados, e mais gente nas ruas... Mas será isso o suficiente para esquecermos dos barquinhos e das mecânicas divertidas relacionadas à caça de animais? (Desculpa aí Ibama, Peta e etc, mas é só um jogo)

A VOZ DO POVO...

Bom, uma das coisas amplamente alardeadas pela Ubisoft foi a quantidade de franceses irritados pelas ruas de Paris nos vídeos. Mas e daí?

No vídeo de gameplay da E3, os jogadores incitaram o caos, partindo pra cima dos soldados inimigos, a faísca necessária para acender o pavio. De imediato a população enraivecida invadiu o pátio da mansão e tomou de assalto a entrada. E...

Não sei se vocês perceberam, enquanto todo aquele semi-stealth rolava durante o vídeo, as pessoas ficaram só no pátio berrando... Por que não invadiram a mansão? Pelo jeito, a I.A. continua limitada, e podem colocar 9.000 npcs na tela que, se continuarem burros como nos jogos anteriores, não adianta nada.

HISTÓRIA?

E aí Ubisoft... Vai manter aquele chalala de Animus e nhénhénhé ou vai largar de vez? Por que em Black Flag tivemos muito pouco daquelas mecânicas chatas e graças ao bom deus dos games, muito pouco de personagens do mundo "atual".

Será isso uma tendência? Ou voltaremos aos tempos em que Desmond Miles tinha quase 30% do tempo de jogo?

Muita gente curte a história "fora do Animus" (não estou nesse grupo) e para esse pessoal ficou ainda mais evidente que Black Flag deveria ter sido lançado como uma nova PI (propriedade intelectual) ao invés de mais um Assassin's Creed, que se distancia da essência da série.

Seria esse Unity uma tentativa da Ubisoft de voltar as origens da série? É, também não sei, mas com certeza vou querer ver o resultado, pois ainda não consigo tirar esses gráficos da cabeça e, a Revolução Francesa promete ser um pano de fundo excelente pra série.

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